Meus salgados

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Nossa cidade

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De acordo com ranking feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Rio Verde está entre as 15 melhores cidades para se viver em Goiás. A pesquisa tem como base o desenvolvimento socioeconômico de todos os 5.570 municípios brasileiros. Quando comparado a todas as cidades do país, o município do Sudoeste goiano ocupa a 400ª posição em qualidade de vida.

Em primeiro lugar no estado, ficando na  Continue reading “Nossa cidade”

Samba e sucesso


Quanto aos instrumentos mais avançados, sua evolução foi lenta e constante. Sabe-se que em 4000 aC os egípcios haviam criado harpas e flautas, e em 3500 aC liras e clarinetes de palheta dupla haviam sido desenvolvidos.
Na Dinamarca, em 2500 aC, uma forma inicial da trombeta havia sido desenvolvida. Essa trombeta é o que agora é conhecido como “trombeta natural”. É sem valor e depende completamente da manipulação dos lábios para mudar de tom.Um dos instrumentos mais populares hoje em dia foi criado em 1500 aC pelos hititas. Eu estou falando sobre o violão. Este foi um grande passo; o uso de trastes para alterar o tom de uma corda vibratória levaria a instrumentos posteriores, como o violino e o cravo.Em 800 aC, a primeira peça recuperada de música gravada foi encontrada. Foi escrito em cuneiforme e era um hino religioso. Note-se que cuneiforme não é um tipo de notação musical.

Por volta de 700 aC, existem registros de músicas que incluem vocais com instrumentais. Isso acrescentou uma nova dimensão à música: acompanhamento.
Música na Roma antiga e na Grécia

A Grécia era a raiz de toda a arte clássica, por isso não é coincidência que a música clássica esteja enraizada nas inovações gregas. Em 600 aC, o famoso matemático Pythagorus dissecou a música como uma ciência e desenvolveu a pedra angular da música moderna: a escala de oitavas. A importância deste evento é óbvia. A música era uma paixão dos gregos. Com o excesso de tempo livre (graças ao trabalho escravo), eles foram capazes de cultivar grandes habilidades artísticas. As competições de trompete eram eventos comuns para espectadores na Grécia por 400 aC. Foi na Grécia que os primeiros tijolos da fundação da teoria musical foram lançados. Aristóteles escreveu cientificamente sobre teoria musical e criou um método de notação em 350 aC. O trabalho desse gênio ainda é estudado hoje.

O próximo passo significativo na evolução da música foi por Boethius. Em 521 EC, ele trouxe o sistema grego de notação para a Europa Ocidental, permitindo que os músicos de lá escrevessem com precisão as canções folclóricas de suas terras. Aliás, foi Boécio quem primeiro escreveu sobre a idéia da ópera.
Música na Idade Média

A maioria das músicas criadas após a queda de Roma foi encomendada pela igreja. A religião católica tem uma longa história de envolvimento (para o bem ou para o mal) com as artes musicais. Em 600 EC, o papa Gregório construiu o Schola Cantarum. Esta foi a primeira escola de música na Europa.

Enquanto isso, na China, a música também estava progredindo: foi relatado que em 612 CE havia orquestras com centenas de músicos tocando para as diversas dinastias. Embora a música específica desse período na China seja desconhecida, o estilo distinto supostamente desenvolvido lá se reflete mesmo nas peças asiáticas orquestrais recentes.

Em 650 CE, um novo sistema de composição musical foi desenvolvido usando “neumes” como uma notação para grupos de notas musicais.

144 anos após a construção do Schola Cantarum, uma escola de canto foi inaugurada no mosteiro de Fuda, alimentando o interesse pela vocação musical. E em 790 dC, havia lascas do Schola Cantarum em Paris, Colônia e Metz. Em 800 dC, o grande unificador Carlos Magno tinha poemas e salmos musicais. Em 850 EC, os músicos católicos tiveram um avanço inventando os “modos” da igreja. Esses modos mais tarde se metamorfosearam nas escalas maiores e menores de hoje. Em 855 CE, a primeira peça polifônica (duas melodias / vozes não relacionadas ao mesmo tempo) foi gravada e, em 1056, esse estilo polifônico substituiu os cânticos gregorianos como a música de escolha (mesmo depois que a Igreja tornou a música polifônica “ilegal”; essa proibição foi mais tarde levantado). Em 980 CE, o grande tomo Antiphononium Codex Montpellier foi escrito.

Em 1000 CE, Guido D’Arezzo fez muitas melhorias na teoria musical. Primeiro, ele melhorou e reformulou a notação padrão para ser mais amigável ao adicionar assinaturas de horário. Então ele inventou o solfege. Esta é a escala das notas vocais: faça, re, mi, fa, então, la, ti, faça. Essa inovação afetou quase todos os vocalistas modernos.

Em 1100 CE, um novo movimento secular começou. Essa separação da Igreja da música era difícil, e logo essa nova música “folclórica” ​​foi vista como blasfema pagã e fronteiriça.
O renascimento

No início do Renascimento, em 1465, a impressora foi usada pela primeira vez para imprimir música. Usando uma prensa, um compositor poderia organizar suas peças e lucrar com elas com grande facilidade. Em 1490, os escritos de Boécio sobre ópera foram republicados em italiano.

Com o início do Renascimento, as regras da música estavam prestes a mudar drasticamente. Este foi o começo de um

Sua cidade

De acordo com ranking feito pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), Rio Verde está entre as 15 melhores cidades para se viver em Goiás. A pesquisa tem como base o desenvolvimento socioeconômico de todos os 5.570 municípios brasileiros. Quando comparado a todas as cidades do país, o município do Sudoeste goiano ocupa a 400ª posição em qualidade de vida.

 

Em primeiro lugar no estado, ficando na 72ª posição nacional, está Chapadão do Céu, com pouco mais de 8 mil habitantes, como melhor opção para se morar. Em segundo está Itumbiara; 3º Ceres; 4º Quirinópolis; seguida de Caldas Novas; Corumbaíba; Cristalina. Em 8º lugar está Edéia; 9º Nova América; 10º Ouvidor; e 11º Goiânia. Logo atrás da capital, em 12º, está Rio Verde; em 13º lugar Anápolis; em 14º Cachoeira Dourada e em 15º, Gouvelândia.

Criado em 2008, o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM) acompanha anualmente o desenvolvimento nas áreas de emprego e renda, educação e saúde dos municípios, feito exclusivamente com estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde